Um dia, entre o Pará e o Maranhão, o automóvel ingressou entre nuvens espessas e sombrias, formando mãos abertas sobre casas e floresta. Sacando a câmera, apertei os olhos flamejantes e capturei um poente entre o fogo do sol e o da terra, as árvores gritavam e os pássaros caíam, o país denominou O dia do Pesadelo.
O dia do Pesadelo, outubro de 2025, fotografia.